Na atualidade, quando falamos em meios de se adquirir ou aumentar a qualidade de vida é impossível não incluirmos a meditação.
Há vasta comprovação científica dos benefícios que a meditação pode trazer ao ser humano, dentre eles: diminuição do estresse, ajuda para realizar tarefas em ambientes estressantes, melhora da imunidade, reduz os sintomas e previne a depressão, melhora a qualidade do sono, melhora a cognição e a memória, promove bem estar psicológico e melhora a concentração. A meditação melhora a qualidade de vida de seus praticantes.
Mas o que é meditar?
Basicamente é um exercício de observação do momento presente. Trata se de qualquer exercício que aumente nossa concentração em determinado objeto. E um dos exercícios mais comuns é a observação da própria respiração ou dos pensamentos que invadem nossa mente. Meditar, ao contrário do que muitos pensam, não se trata de esvaziar a mente e sim, sentar ou deitar, se aquietar e se concentrar nos pensamentos que nos invadem. Parece fácil sentar e ficar quieto, mas esse ato exige muito mais concentração do que imaginamos. E é exatamente esse esforço mental de aquietar-se para percebemos que estamos vivos no momento presente que chamamos de meditar.
Os modos de meditação são diversos e foram sendo evoluídos ao longo de séculos, dentre eles temos: ZaZen (típico dos budistas), Yoga, meditação transcendental, mindfulness, vipassana, mantras, taoísta, dentre outros. Mas, independente do lugar em que se esteja, se você conseguir ficar em uma posição confortável, fechar os olhos por alguns segundo e respirar de forma consciente (literalmente observando a inspiração e a expiração) você estará meditando. E mesmo pequenos momentos de meditação já podem trazer benefícios para sua vida.
Não há dúvidas de que a meditação gera benefícios para vida das pessoas, mas ainda há muito a ser estudado com relação a sua ligação direta na cura, prevenção e amenização de doenças. Porém, já é sabido que em doenças como a depressão a meditação tem papel fundamental no tratamento e prevenção. Já na ansiedade os benefícios não foram tão evidentes assim, mas meditar ajuda na prevenção da instalação da ansiedade e, também, na prevenção de recaídas.
Também já se sabe que em doenças mais graves, como por exemplo, a dependência química e ansiedade generalizada grave, a meditação deve ser feita com a supervisão de um profissional, pois essas doenças requerem tratamentos multidisciplinares e é essencial que a pessoa seja assistida por alguém experiente.
Sem dúvida alguma a meditação pode mudar a sua vida e recomendo que todos pesquisem, experimentem e encontrem o modo de meditar que mais lhe agrade. Não tenha medo, vergonha e nem dúvidas, pois a meditação irá nos ajudar a não termos uma droga de vida.
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